Festival de Surf Music para a quarentena

Teco Padaratz que defendeu o Brasil por muitos anos no World Surf League Championship Tour
São Paulo, 27 de março de 2020 – Para a população que se mantém em isolamento social, a @WSL Brasil organizou o festival de música “Sounds of Surf”, para ser assistido em casa. O evento ocorreu neste sábado, 28, a partir das 18h30. São 11 artistas que tocaram ao vivo, cada um em sua própria conta do Instagram, a partir de suas casas.

se apresentaram no festival “Sounds of Surf” os artistas Armandinho (de Porto Alegre/RS), Teco Padaratz, The Cosmic Surfer Band, Moriel Costa e Chico Martins da banda Dazaranha, Juliana Gorito, Hendo Bayer, Summer Macedo, Paulinho Freitas, Joe Turpel e DJ Bocayuva.

“Música é uma parte muito importante da cultura do surfe. Poder contar com um line-up tão bacana e entreter nossos fãs de uma forma diferente nessa quarentena é motivo de alegria para nós”, afirma Ivan Martinho, CEO da WSL para a América Latina.

Artistas tem conexões com o surfe

Todos os artistas que participam do festival “Sounds of Surf” tem um pouco da história de suas vidas ligadas ao surfe, como Teco Padaratz, por exemplo, que é surfista e antes de iniciar sua carreira artística, atuou profissionalmente no esporte, tendo sido bicampeão mundial no World Qualifying Series (QS). O gaúcho Armandinho, músico com uma grande legião de fãs entre os amantes do surfe, diz que participa do evento porque tem muitos sentimentos que são relacionados a esse lifestyle. “Surfistas de verdade são transformadores. Eles têm arte e música na veia”, afirma.

Gabriel Gontijo, da The Cosmic Surfer Band, concorda que o surfe não é apenas um esporte, mas um estilo de vida. “Fui criado em Nova Iorque, uma metrópole urbana sem muita natureza. Hoje em dia não consigo imaginar morar longe do mar”, diz. Marcos Bocayuva, o DJ Bocayuva, conta que tem a influência do surfe em sua vida desde a infância. “Virei surfista por influência de meu pai, que era mergulhador. Permaneci surfista pelo simples prazer de deslizar sobre a água. Através do surfe descobri o mundo e a verdadeira liberdade”, diz.

Summer Macedo compartilha opinião similar. “O surfe sempre fez parte da minha família e a gente ama surfar juntos. Peguei meu amor pelo oceano e hoje é a minha carreira. Sou uma pessoa competitiva por natureza, mas o surf competitivo tem outros desafios e pontos positivos que me fazem querer mais e mais. Não consigo imaginar a minha vida sem o surf”, afirma. Uma história parecida sobre a influência do surfe em sua vida tem Juliana Gorito. “Minha relação com o surf começou na infância. Sou de Cabo Frio, numa região perfeita para a prática do esporte, que também é a cidade do surfista Vitor Ribas. Acho que todos os meus amigos surfam. Meu pai também surfa e sempre gostou de me levar junto. Não sou surfista, mas minha conexão com o mar é grande”.

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