UMA OUTRA VISÃO – TEAM HURLEY E O TEAM QUIKSILVER

 Iniciamos aqui essa resenha com o registro sobre o remember, do forte team da Hurley. Filipe Toledo e João João que realizaram a grande final do RIP CURL PRO, onde os juízes e sua bancada tiraram o representante maior da marca, Gabriel Medina, para fora nas quartas de finais. Alem dessa iniciativa os juizes apontaram também, uma interferência do cara que venceu a bagaça no ano passado, Italo Ferreira que por sinal esteve afiadíssimo para chegar as finais nessa edição. De resto os parabéns gerais vão pro conhecido spot de Torquay, que não mediu novamente esforços para embelezar o cenário e recebeu muito bem um sólido swell de sul com 4’ a 6’ pés, onde as performances elegantes foram se desdobrando conforme os sets entravam no mar. Grandes atuações e por vezes corajosas tanto de homens como mulheres, varando as séries e usando todo seu potencial técnico. Bravos a Courtney Conlogue e Malia Manuel, campeã e vice que realizaram a final em ondas épicas.     CORONA BALI PROTECTED PRO foi finalizado num sábado (dia 25) de sol e águas mornas em Keramas que recebeu no último dia de janela um swell sólido de 5’ a 6’ pés com algumas tubulares e maiores e com o team da Quiksilver realizando a grande final. O dia iniciou com as quartas de finais e muita expectativa de Slater e Toledo no man to man. E o ianque não deu mole, avaliação dos juízes também não aliviou e Toledo, não somou para ir em frente nas ondas que beiravam os 6’ pés e algumas maiores. Slater ainda teve de se encontrar com o agora japa, ianque de nascença e atual português radicado, Kanoa Igarashi. Sujeito de bom molejo, flexibilidade e radical ao extremo. Kelly perdeu!  Já numa outra semi-final o brasuca, Michael Rodrigues que vinha bem na competição como dark horse, foi desta prá outra e não evoluiu mais com o francês Jeremy Flores, passando para a final. Rodrigues finalizou em terceiro, um belo resultado. Deu no que deu, no finish Kanoa embarcando numa atrás da outra e mostrando bossa e muito molejo, enquanto Jeremias embarcava nos tubos e se escondia sorrateiro e com muita classe, o que os judges não aliviaram e somaram mais para o japa. De saída ele, Canoa emplacou 9. alguma coisa e Flores não amoleceu, porem a fatura fechou em 15.10 x 14.63 na primeira vitória do pais Japones dentro da WSL. Na área das mulheres, as australianas Stephanie Gilmore e Sally Fitzggibons, se encontraram na final e foi tiroteio puro. Steph e Sally ambas regular foot despencaram de ondas com tamanho e força na bancada balinesa e entre tubos e junções, Steph faturou mais uma e agora lidera o ranking na WSL. Na entrega de prêmios, Kanoa agradeceu em três idiomas, Flores quase tomou o troféu na moringa, ambos atletas da Quiksilver, Sally uma gentleman agradecendo e Steph da Roxy, alegre e amarradona por vencer um evento eletrizante e de boas ondas. Assim se encerrou a parada em Keramas agora a cobra está fumando em Margies, na OZ. Fica só a minha curiosidade: esses team, atletas, recebem abono por vitórias, ou ganham só mais um moletonzinho da hora. Texto By Castro Pereira Fotos Dunbar e DorseyWSL.

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