Publicado em

Swell Bomba do Ultimo dia 30 de Julho Pode ter Registrado a Maior Onda Ja Surfada No Brasil

Gaúchos Tiago “Custelinha” e Gabriel Gomes acopanharam de dentro dágua o swell “bomba” trazido pelo ultimo ciclone que passou na costa do sul do Brasil com ventos em alto mar que chegaram a 150km/h e na costa rajadas de 122km/h, ondas com média 35 pés, rolando uma Lajes histórica!!!

Surfistas com Lucas Chumbo, Marco Polo, Jacaré, Fabiano Tissot, Diego Rosa André Paulista, Jiuliano Homem e João Paiva botaram pra baixo nas poderosas ondas da Laje de Jaguaruna em Santa Catarina.

Ja da areia ja dava para ter uma ideía de que o pico estaria com ondas maiores do que o comum, pois o inside ja contava com ondas de 4 a 5m.

Uma das ondas registradas nesta seção esta em análise para ser eleita uma das maiores ondas ja surfada no Brasil, vejam com exclusividade fotos Gabriel Gomes.

 

 

 

 

Publicado em

Imagens Exclusivas da passagem do Ciclone com ventos de 132km/h

Um potente ciclone extratropical se formou próximo à costa do Rio Grande do Sul e as rajadas de vento atingiram 132 km/h, conforme medição da estação meteorológica nesta segunda feira 28/07/2025. As ondas não param de subir a para amanhã a previsão do mar indicam ondas de mais de 3m, o site ondasdosul como já é tradição irá trazer em primeira mão as iamgens para voces, para quem acompanha nossas cameras AO VIVO, poderá acomanhar tudo em tempo real, vejam nesta matéria, fotos exlusivas capturadas no final do dia por Gabriel Gomes @imagensgabriel.

 

Publicado em

Ciclone extratropical deixa mar agitado no sul do Brasil com ondas de até 3m

Saiba por que o Sul do Brasil é mais suscetível à ocorrência de ciclones extratropicai.

Os ciclones extratropicais são fenômenos meteorológicos comuns que se formam sobre o oceano ou o continente e costumam provocar muitas ondas quando estão sobre os oceanos. Contudo, podem ser devastadores quando ganham intensidade e tocam o continente, especialmente pela força dos ventos. Desde junho, ao menos quatro atingiram o Sul do Brasil. Mas por que essa região é aparentemente mais suscetível a esses fenômenos?

“Toda vez que passa uma frente fria, ela está associada a um ciclone extratropical”, explica o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Manoel Alonso Gan.

Foto: Pixabay

Dedicado desde 1988 ao estudo de ciclones extratropicais e temas relacionados, o pesquisador explica que nem todo ciclone é intenso e provoca ventos fortes o suficiente para provocar destruição. Os mais intensos costumam ocorrer na costa da região Sul do Brasil no período entre maio e setembro. Isso decorre da diferença de temperatura e umidade entre o continente e as águas do mar próximas à costa, ou seja, o deslocamento do ciclone do continente mais frio e seco em direção ao oceano mais quente contribui para que haja transferência de calor e umidade do oceano para a atmosfera.

“Neste ano, a temperatura da superfície do mar está ligeiramente mais alta do que a climatologia desta época do ano. Isso contribui para que o oceano forneça mais energia em forma de calor e umidade para a atmosfera e, assim, os ciclones podem se tornar mais intensos”, analisa o pesquisador.


Manoel Alonso Gan explica que o calor oriundo do oceano aquece o ar próximo à superfície. Como o ar mais quente é menos denso que o ar frio, fica mais instável e adquire um movimento ascendente. A queda da densidade favorece também a queda da pressão do centro do ciclone. Quando esse mecanismo ocorre, o fenômeno pode ficar mais intenso. Além disso, o ar sobre o oceano mais quente consegue armazenar mais umidade, e ao ascender para níveis mais altos da atmosfera, o vapor d’água esfria e muda para a fase líquida.“Durante esse processo, há liberação de calor, conhecido como calor latente, que aquece mais atmosfera e a torna mais instável e, assim, a pressão em superfície cai mais um pouco”, detalha.

Fonte gov.br / Inpe