RACISMO, SURF E MEIO AMBIENTE

O que se está vendo com esses protestos antirracismo nos EUA é que cidadãos  brancos e negros, estão mesmo é numa caminhada contra o sistema. Contra governos opressores, vilões contra os pobres, os negros, os LGBTs e os índios. Governos corruptos, ditatoriais com uma conjuntura doente, sem grandes perspectivas de uma mudança louvável, no sentido de dar, fornecer um melhor equilíbrio da balança entre ricos e pobres. Dentro de nosso país, o abismo entre essas duas classes é abissal. Os reflexos estão por aí. Menino negro pobre, morre alvejado por tiros dentro de casa, carro com pessoas negras leva 110 tiros e nada de protestos e nada de justiça. Nada de motivação para uma tomada de consciência mais corajosa e representativa. Hoje a classe mais privilegiada aplaude, atitudes agressivas da policia contra negros em comunidades, favelas, presídios, hospitais, assim como acontece contra os índios em suas comunidades e terras. O sentido de um país livre e desenvolvido em vários setores, ficou para o passado. Segundo o professor e advogado Silvio Almeida; o Brasil deveria ter parado no dia que João Pedro, 14 anos foi assassinado dentro de casa. Não parou porque temos problemas de falta de legitimidade e desigualdade social. Segundo o cineasta americano, David Wilson: nós negros não queremos vingança, queremos justiça e igualdade. Agora finalizando, esses protestos antirracismo dos EUA serviram para muitas pessoas em diversos países e continentes abrirem o verbo e refletirem. O surfista australiano, Jack Robinson foi as redes sociais reclamar contra a discriminação dentro do esporte e comentou; “porque os surfistas Aborigines, não estão competindo. Precisamos trazer mais conscientização para isso e mais diversidade e inclusão na cultura do surf”. Vários surfistas campeões e profissionais se posicionaram contra o racismo. Na ilha de Maui, Hawaii uma remada com cerca de 300 surfers homenageou George Floyd. E o comentarista de surf Sal Maskela fez um belo discurso, durante uma remada com centenas na Califórnia.

MEIO AMBIENTE

 O Dia Mundial do Meio Ambiente (dia 06 passado) aconteceu com a Terra nos dando um belo recado no meio dessa pandemia. Neste momento em que nós, humanos estamos confinados sem circular muito nas cidades e estradas, a Mãe natureza voltou a ser como era e a ocupar seu espaço. O ar se tornou mais limpo nas grandes cidades, a água dos oceanos ficaram transparentes, e os animais voltaram aos seus habitats aparecendo em lugares inesperados. Se você se ligar esse é um momento especial para repensar e criar uma nova consciência; todos devemos trabalhar unidos. Afim de mudarmos nossos hábitos e nossas atitudes para preservar este planeta. E isso precisa ser alcançado o mais cedo possível. Lembre-se: Repensar, Recusar, Reduzir, Reparar, Reutilizar e Reciclar são a tônica neste momento. Que Deus nos abençoe!

Texto by Castro Pereira Fotos Insta

2 replies on “RACISMO, SURF E MEIO AMBIENTE

  • Caio

    O racismo começa quando se classifica seres humanos pela cor da sua pele. Não existe raça negra ou branca, existe raça humana. Este fato é importante para entendermos que, ao fazer este tipo de classificação e imputarmos a ela as mazelas de uma determinada “classe” de humanos, estaremos nos separando ao invés de nos unirmos. Analisar as estatísticas é fundamental para entender isso. Nos EUA e no Brasil o principal fator de risco para mortalidade por violência é a condição sócio-econômica e não cor de pele. A ausência de uma família estruturada é o segundo fator de risco mais importante.
    Importante ressaltar que não é a desigualdade social o problema pois isso também é outra narrativa que remete ao fato de que o problema da pobreza são os ricos. Nosso principal problema é a POBREZA.
    O movimento Black Lives Matters, nos EUA, é claramente um movimento político. Imputa a qualquer um que argumente contra este movimento o rótulo de racista. Este movimento, financiado pelo bilionário George Soros, tem como finalidade desestabilizar a sociedade visando as eleições presidenciais americanas. É o sistema contra-atacando.
    Fica aqui a dica para que não nos deixemos manipular pelo sistema, amplamente dominador da mídia e capaz de tudo para se manter ou voltar ao poder. Inclusive mantendo altos níveis de pobreza e ignorância na população para, desta forma, conseguir uma massa maior de manipulados.
    O combate ao racismo começa por não classificar pessoas de acordo com sua cor de pele. Somos todos seres humanos e todas as vidas importam!
    Valorize sua família e seus amigos, não importando a cor da pele.
    Aloha e voltemos ao assunto surf que é o que nos une!

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  • Marco Antônio Macerata

    Parabéns pela matéria RACISMO, SURF e MEIO AMBIENTE, surfistas também devem militar por causas como estas, pois assim como no SURF, a sensação de liberdade e a alegria, deve ser direito de todo ser humano do planeta.

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