US OPEN FINALIZA EM HUNTINGTON

Com cerca de vinte ou mais indios tupiniquim da nação onde o mar é marola, segundo os ianques e aussies, o US Open de Surfing finalizou no domingo (dia 26) em meio a uma marolagem digaçada. Mar liso, meio metro bimba, espaçados de longa fletera e boom, o ianque Griffin Colapinto, sujeito overal e radical, desencantou e na frente de sua torcida, fechou a fatura 15.20 X 12.83 com o conterrâneo, Jake Marshal. O único Ser brasileiro da terra das marolas que avançou, foi Lucas Silveira que quase derrubou o japa, Kanoa nas quartas.

Na ala das meninas, uma ianque novinha (15 anos) e muito surf no pé foi a sensação na competição. Guardem o nome; Caitlin Simmers, já foi campeã mundial junior da ISA em 2018, no ano seguinte faturou o US Open na junior em  Huntington e ano passado vestiu a capa de campeã do QS Supergirl Pro em Oceanside. É mole! Bem Caitlin iniciou nos primeiros rounds de boas ondas, passando o carro. No sábado em meio as marolas, botou pra quebrar nas quartas passando por Sara Wakita, que vinha surfando muito no evento. No domingo das semis foi pra cima de sua conterrânea Courtney Conlogue e chegou na final com moral, derrubando por 13.90 X 10.60 a hawaiiana Gabriela Bryan. As torcidas na beira da praia de Huntington beach comemoraram muito e foram ao delirio. Essa foi a primeira etapa do Challenger Series da WSL.

Texto by Castro Pereira Fotos Morris/WSL/Insta

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