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WSL- PROMESSA AUSSIE VENCE EM SUNSET

Nesta temporada algumas novatas tomaram de assalto o tour mundial da WSL e estão mostrando trabalho. A perna hawaiiana já representou um grande passo com as melhores do mundo, enfrentando condições casca grossa. Pipe tossindo com suas ondas amassando os corpos no coral. Já Sunsetão com suas morrancas e tubos devastadores no outside irregular e movimentado. E as meninas mais jovens estão mostrando uma grande evolução, com abordagens mais corajosas e tecnicamente superior com pontuações na casa da excelência.
Bravos a aussie Molly Picklum que já mostrou em Pipe a que veio, realizando bons tubos e saindo de vice na etapa. E agora na final com a hawaiianinha Bettylou Sakura Johnson quebrou no Hurley pro em Sunset. Ondas na faixa de 6’ a 8’ pés e desde as quartas Molly fazendo chover. Ela é parte integrante de uma mudança no surf profissional feminino. As brasileiras Luana Silva e Tatiane Weston Weeb terminaram em nono lugar. Próxima etapa é em Supertubos, Portugal. Veremos mais!
Texto by Castro Pereira Fotos by Heff/Bielmann/WSL

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WSL – VOLCANO VENCE O HURLEY

O evento da Hurley em Sunset foi finalizado na quarta-feira passada dia 21 com boas condições no pico e ondas memoráveis. A bagaça dos caras rolou depois das meninas iniciarem o dia com seus heats. As baterias das quartas já estavam formadas e os resultados mostraram que a galera estava animada. O japa Kanoa Igarashi meteu o hawaiiano Seth Moniz, na primeira com bom placar, na sequencia chega o sul-africa boy, Jordy Smith que surpreende brasileiros e fêz o mesmo com o hawaiiano João João, deixando a platéia local aturdida. Logo após entram no mar dois aussies que estão com fome de vitórias neste 024, Liam O’Briem e Ryan Callinam que vem na humilde perseverando e vence o confronto. E chega a última e terrível bateria que reúne o braso Italo Ferreira, com boa torcida no local e o aussie volcano, Jack Robinson. Os dois dropam boas ondas e recebem boas notas sendo que no fim da bateria, Robinson fecha a fatura com um tubo e manobraços fazendo um 9.77 matador e vence. Italo ficou em quinto lugar. As semi-finais tiveram Kanoa passando trator em Jordy e Jack vencendo a Ryan.
A final entre o japa e o menino volcano foi alucinante, porque Robinson estava confiante e fluido nas morrrancas de 6 a 8’pés. Alguns bons tubos apareceram e Jack estripador não deixou passar. Suas ondas foram boas, 8.17 logo após uma de 6.17 e no meio do heat uma onda excelente que os juízes não deram 10 mas mandaram um 9.87 onde ele pegou dois tubos e manobrando. O público contido aplaudiu o aussie, pelo feito e dai pro fim, só deu Robinson. Ele venceu a Kanoa por 18.04X15.16 um belo placar. Amarradão agradeceu o apoio e comentou que foi muito legal fazer a final com o japa e disse nunca ter feito uma onda com dois tubos no Hawaii; foi muito legal. Ele leva US$ 100 mil e a vice liderança do ranking, onde entre os top dez nenhum brasuca aparece. Próxima etapa é em Portugal, onde Kanoa é ídolo e local e Italo já venceu por lá.
Texto by Castro Pereira Fotos By THeff/BBielmann/WSL

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WSL – MENINO VOLCANO VENCE O HURLEY

Jack Robinson está construindo um bom legado no north shore de Oahu, com mais essa vitória menino volcano mostra a que veio no tour. Próxima edição tem resenha sobre o que rolou nas baterias finais e na final com o japa Kanoa.
Texto by Castro Pereira Shots WSL

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SUNSETÃO EM AÇÃO – HAWAII WSL

Segunda etapa do Circuito Mundial em Sunset beach, Hawaii iniciou no sábado passado (dia 17) com ondas na faixa de dois metros a dois e meio e a brasucada dando gáz. No segundo dia a cobra fumou com as baterias de repescagem e as oitavas, onde a brasucada foi caindo um a um, num mar irregular e morrancas pesadas com mais de três metros. Cairam Samuca frente ao sul-africano Jordy Smith, David caiu frente a John John, Caio Ibelli, Gabriel e Yago também foram derrotados. Miguel Pupo passou pelo hawaiiano Imaikalani e seguiu firme até se encontrar com John John e terminar em nono lugar. Já Italo Ferreira passou pelo português Frederico e aguarda seu combate nas quartas com o aussie Jack Robinson. As ondas continuam tortas, irregulares e com fortes ventos em Sunset, a WSL pretende dar start na terça-feira dia 20. Aguardemos mais. Por enquanto nada foi anunciado sobre colocar em ação as baterias femininas e todos brasileiros campeões mundiais marcaram presença no evento. Medina, De Souza o Mineirinho, Toledo e Italo.
Texto By Castro Pereira Fotos by Heff/Bielmann/WSL

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WSL – NOVATA VENCE EM PIPE

A menina ianque, Caitlin Simmers que surpreendeu o tour alguns anos atrás ao assegurar vaga e descartar, agora volta a ser noticia como campeã da etapa mais desafiadora do tour da WSL. Caitlin do alto de seus metro e meio e com apenas 18 anos protagonizou baterias casca grossa em um mar com canudos beirando três metros para backdoor e Pipe. Suas ondas não apontaram nota dez como sua desafiante na grande final a aussie, Molly Picklum, porem a levaram ao pódiun e consequentemente ao primeiro lugar. Amarradona levou caneco, pontos no ranking e um punhado de milhares de dólares.
As brasileiras, Luana Silva e Tatiane Weston Weeb, chegaram até as quartas de finais e esses foram os nossos melhores resultados, no Lexus Pipe Pro que foi finalizado dias atrás no Hawaii. Elas finalizaram em quinto lugar, agora os desafios estão em Sunset Beach segunda etapa da WSL.
Texto by Castro Pereira Fotos Heff/BBielmann/WSL

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WSL – HAWAIIANOS REINAM

As ondas balançaram com cerca de três metros nas rodadas finais e teve performances incríveis entre homens e mulheres. A competição foi encerrada no sábado passado (dia 10) em Pipeline, onde rolaram as quartas e baterias finais, desta feita sem a presença de brasileiros. Quatro hawaiianos se revezaram nas colocações e com ondas memoráveis, desde as quartas. Entre os três que restaram para as semi estavam; Barron Mamiya, Ian Gentil e John John, com Connor O’Leary pelos japas. Todos com boas performances e medias acima de 12.00 pontos. Ondas generosas quebrando na bancada e contenders fazendo valer a grana da premiação, dando um espetáculo de tirar o fôlego. Resultado que levou Barron a passar por Connor com resultado de 18.84X7.43 tal sua atitude nágua. Na sequência, John John aplicou em Ian 16.10X7.16 tranquilo. Após as meninas entrarem e decidirem seus rounds, no fim de tarde entra a final com Mamiya e John e público mais a crew local ligado. Foi tiroteio puro, figuras acostumados aos barrells poderosos de Pipe foi onda a onda. Já aos dois minutos os caras embarcaram na primeira, um para o backdoor e o outro para Pipe. Aos sete minutos, Mamiya meteu uma onda dez unânime e John realizou um túnel de oito pontos. Perto do final dos 35 minutos, John tentou reverter o resultado mas foi infeliz, caiu na onda e acabou de vice depois de uma batalha irada no mar.
Depois Barron, campeão amarradão declarou que; “eu não seria quem eu sou se não fosse o John John, Jamie O’Brien e o tio Derek Ho. Eu vi esses caras surfarem a minha vida toda e aprendi vendo o John surfar Pipe. Então dou meu crédito a ele pela maneira que eu surfo”.
John John declarou que; “foi incrível fazer essa final, me diverti muito e estou animado para a próxima etapa”. Esse foi o resultado do Lexus Pipe Pro e a brasucada que se cuide.
Texto by Castro Pereira Fotos Heff/BBielmann/WSL

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HAWAII- PIPE TOSSINDO PRA FORA

E continuam as baterias em Pipeline, arena da primeira etapa da WSL neste 024. A competição que iniciou com boas e consistentes ondas na faixa de 10 pés, agora chegou a seu terceiro dia com séries em torno de 6 pés. Performances de tirar o folego e algumas também muito técnicas e inteligentes, onde alguns bons nomes sucumbiram não as ondas, mas ao jogo psicológico de seus contenders. Na ala dos brasileiros, antes das quartas, eles foram caindo um a um, alguns esperando a onda salvadora e outros aguardando até o último segundo para embarcar numa onda regular e aumentar pontuação. De nada valeu, frente a coragem e perseverança de alguns novatos e alguns veteranos gringos se atirando nos canudos.
O evento chegou as quartas de finais com dois aussies quatro hawaiianos, um italiano e um sul-africano.
Na ala das meninas, ainda estão dentro as duas brasileiras, Luana Silva nas oitavas e Tatiane Weston Weeb que tem que passar pela repescagem.
A competição tem até o dia 10 próximo para sua finalização e tem swell para chegar nesta sexta-feira. Vamos aguardar para ver que cabra vai dar neste 024, pois até o campeão do ano passado, Jack Robinson deu mole e está fora. Um corpo de juízes gringos estão a ditar as regras junto com o head brasileiro Luli e assim segue o baile do Pipe Pro 2024.
Texto by Castro Pereira Fotos BrianBielmann/Tony Heff

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PORTUGAL – BRASILEIROS VENCEM TUDOR

O evento especial de ondas gigantes, Tudor Nazaré Big Waves Challenge ocorreu na segunda-feira passada em Portugal e três brasileiros se consagraram mais uma vez. Lucas Chumbo e Pedro Scooby, que surfou gripado venceram a competição de 16 duplas em ondas com mais de dez a doze metros. Eles foram campeões por duplas e Chumbo faturou também o prêmio na individual. Maya Gabeira venceu a categoria feminina, disputada entre ela e a brasuca Michele Des Bouillons. Os brasileiros Rodrigo Koxa e Vitor Faria, terminaram em terceiros. Nenhum fato grave ocorreu e o evento foi um sucesso. Na segunda colocação ficaram o francês Clement Roseyro e o português Nic Von Rupp. Esses foram os resultados do primeiro desafio de ondas gigantes da WSL. Chumbo agora detém cinco títulos nas ondas de Nazaré.
Texto by Castro Pereira Fotos Daniel Poullenot/WSL

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Seleção brasileira escalada com novidades na estreia do CT 2024

Luana Silva reforça time feminino em todo CT 2024, em Pipeline a equipe terá 8 homens e 2 mulheres, João Chianca desfalca o Brasil nas etapas do Havaí e a primeira etapa começa na próxima segunda-feira, dia 29

A seleção brasileira da WSL já está escalada e com novidades no Lexus Pipe Pro apresentado por YETI, que abre a temporada 2024 do World Surf League Championship Tour (CT) na próxima segunda-feira no Havaí. A equipe terá 8 surfistas na categoria masculina e 2 na feminina, competindo em Banzai Pipeline. Uma das novidades é Luana Silva reforçando o time femnino em todo o CT 2024, substituindo a octacampeã mundial Stephanie Gilmore. Já o quarto melhor do mundo em 2023, João Chianca, desfalcará o Brasil nas duas primeiras etapas na ilha de Oahu.

Mais uma novidade em 2024 é a renovação na equipe da transmissão ao vivo em português, que passará a ser produzida no Brasil, com narração de Edinho Leite e comentários de Ian Cosenza e Cris Pires. Eles vão comandar a transmissão das etapas do CT 2024, ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo Aplicativo e Canal da WSL no YouTube. Com a entrada da Luana Silva, a seleção brasileira da WSL continuará com 10 surfistas competindo no Lexus Pipe Pro apresentado por YETI.

João Chianca segue a recuperação e não poderá competir no Havaí esse ano. Foto: @WSL/Tony Heff

O atual número 4 do mundo e qualificado para as Olimpíadas de Paris 2024, João Chianca, é o grande desfalque no time. Chumbinho vai dar continuidade à sua recuperação, após o acidente sofrido numa sessão de treinos em Pipeline no final de 2023. Ele vem tendo um acompanhamento médico e fisioterápico diário, com foco total para o restabelecimento da sua saúde. Devido à intensidade do traumatismo crânio encefálico, e suas consequências, o atleta precisa de um tempo maior de tratamento, até estar 100% apto para voltar às competições.

João Chumbinho infelizmente está fora das duas primeiras etapas no Havaí e será substituído pelo marroquino Ramzi Boukhiam. Já Luana Silva foi confirmada na elite deste ano com o anúncio da Stephanie Gilmore, pedindo licença do CT 2024. A octacampeã mundial voltará a competir em 2025, como convidada da WSL. Com isso, a também australiana Sally Fitzgibbons entrou no seu lugar por ter ficado em 11.o no CT 2023 e Luana herdou a vaga da Sally pelo Challenger Series, pois a brasileira foi a sexta colocada no ranking que classificou as cinco primeiras.

Luana Silva competindo como convidada na etapa de Sunset Beach em 2023. Foto: @WSL/Brent Bielmann

Luana Silva já fez parte da elite mundial em 2022, mas não passou pelo corte do meio da temporada, então só disputou as cinco primeiras etapas. Ela tem apenas 19 anos de idade e nasceu no Havaí, mas é filha de pai e mãe pernambucanos e decidiu passar a representar o Brasil nas competições, logo após sair do CT no mesmo ano de 2022. Luana está escalada na primeira bateria do Lexus Pipe Pro apresentado por YETI, com a também jovem havaiana Bettylou Sakura Johnson e a bicampeã mundial Tyler Wright.

DUAS BRASILEIRAS – Com a entrada da Luana Silva, o Brasil volta a ter duas surfistas na elite após 5 anos, desde a saída da Silvana Lima em 2019. Depois, só ficou Tatiana Weston-Webb, que vai estrear no CT 2024 na quinta bateria do Lexus Pipe Pro, contra a australiana Molly Picklum e uma das estreantes deste ano, a norte-americana Alyssa Spencer. Na competição feminina, as duas melhores de cada bateria avançam direto para as oitavas de final, mas a última colocada tem uma nova chance de classificação na repescagem.

Tatiana Weston-Webb num tubo em Backdoor na etapa de Pipeline. Foto: @WSL / Tony Heff

Na categoria masculina, os 36 participantes são divididos em 12 baterias, também com 3 competidores. Os dois primeiros passam direto para a terceira fase e os últimos colocados vão para a repescagem. Se o Lexus Pipe Pro apresentado por YETI começar pelos homens, a seleção brasileira da WSL também vai estrear na primeira bateria, com Yago Dora enfrentando o sul-africano Matthew McGillivray e um novato na elite, o norte-americano Kade Matson.

PARTICIPAÇÕES DUPLAS – Nesta rodada que abre a temporada 2024 da World Surf League, três baterias terão participação dupla do Brasil. Na segunda, o tricampeão mundial Gabriel Medina e Deivid Silva, que está retornando ao CT esse ano, vão tentar a primeira dobradinha verde-amarela contra o australiano Callum Robson. Na sexta, o bicampeão Filipe Toledo estreia junto com Samuel Pupo e um dos convidados do Havaí, Shion Crawford.

Depois, tem Caio Ibelli sozinho na sétima bateria com outro bicampeão mundial, John John Florence, e o norte-americano Jake Marshall. E na 12.a e última da primeira fase do Lexus Pipe Pro, estão Miguel Pupo e o campeão mundial e olímpico, Italo Ferreira, com o australiano Jacob Willcox. Foi no Havaí onde Miguel se contundiu no ano passado e ficou de fora do CT, voltando agora com um convite da WSL para toda a temporada.

PRIMEIRA FASE DO LEXUS PIPE PRO NO HAVAÍ:

MASCULINO – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=Repescagem:
1.a: Yago Dora (BRA), Matthew McGillivray (AFR), Kade Matson (EUA)
2.a: Gabriel Medina (BRA), Callum Robson (AUS), Deivid Silva (BRA)
3.a: Jack Robinson (AUS), Rio Waida (IDN), Kelly Slater (EUA)
4.a: Griffin Colapinto (EUA), Seth Moniz (HAV), Ramzi Boukhiam (MAR)
5.a: Ethan Ewing (AUS), Cole Houshmand (EUA), Jackson Bunch (HAV)
6.a: Filipe Toledo (BRA), Samuel Pupo (BRA), Shion Crawford (HAV)
7.a: John John Florence (HAV), Caio Ibelli (BRA), Jake Marshall (EUA)
8.a: Leonardo Fioravanti (ITA), Liam O´Brien (HAV), Imaikalani deVault (HAV)
9.a: Ryan Callilnan (AUS), Jordy Smith (AFR), Frederico Morais (PRT)
10: Connor O´Leary (AUS), Kanoa Igarashi (JPN), Eli Hanneman (HAV)
11: Barron Mamiya (HAV), Ian Gentil (HAV), Crosby Colapinto (EUA)
12: Miguel Pupo (BRA), Italo Ferreira (BRA), Jacob Willcox (AUS)

FEMININA – 1.a e 2.a=Oitavas de Final /  3.a=Repescagem:
1.a: Tyler Wright (AUS), Bettylou Sakura Johnson (HAV), Luana Silva (BRA)
2.a: Carissa Moore (HAV), Sally Fitzgibbons (AUS), Brisa Hennessy (CRC)
3.a: Caroline Marks (EUA), India Robinson (AUS), Moana Jones Wong (HAV)
4.a: Caitlin Simmers (EUA), Gabriela Bryan (HAV), Isabella Nichols (AUS)
5.a: Molly Picklum (AUS), Tatiana Weston-Webb (BRA), Alyssa Spencer (EUA)
6.a: Lakey Peterson (EUA), Johanne Defay (FRA), Sawyer Lindblad (EUA)

Fonte: João Carvalho – WSL Latin America Media Manager

Filipe Toledo usará a lycra amarela de número 1 do mundo em Pipeline como em 2023. Foto: @WSL/Tony Heff
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CALIFA – WORLD JUNIOR PRO

Iniciou nesta terça feira dia 09 passado na Califórnia em San Diego, mais um Mundial Pro Junior da WSL. O pico do encontro é Oceanside Pier e o Brasil contou com Ryan Kainalo, Isabelle Nalu, Sophia Medina, Leo Casal, Laura Raup, mais Heitor Mueller e as peruanas Sol Aguirre e Kalea Gervasi. Verão por lá e ondas geladas de boa formação na faixa de meio a um metro.
A brasucada deu sangue mas os ianques e os aussie estavam com sangue nos olhos nas merrecas de Oceanside. Tanto na masculino como na feminino. Nas quartas Ryan Kainalo e Heitor Mueller caíram fora da competição. Nas semi-finais sobrou Leo Casal e a peruana Sol Aguirre, que foram derrotados por Jackson Bunch e Zoe Benedetto, um hawaiiano e uma ianque. Eles finalizaram em terceiro. Na grande final se encontraram, Sierra Kerr e Benedetto, ambas dos EUA. Na área dos boludos, Jett Schilling e Jackson Bunch.
Finalizando, Sierra Kerr venceu o World Junior Pro na feminino e na masculino, Jett Schiling, ambos dos EUA. Esse foi o resultado da competição em Oceanside Pier que acabou sendo finalizada no sábado dia 13 na Califórnia.
Texto by Castro Pereira Fotos Kenny Morris