Esse é o caminho que talvez Binho Nunes aprove. Neguinho tem grana, tem marca, tem vontade própria e personalidade. Nem Medina tem esse approach de enfrentar as ondas como JoãoJoão. Sujeito veloz e de técnica apurada e afiada desde os 90 no skate e nas ondas. Soltou noticia que ia, mas resolveu não ir mais, competir no circuito da WSL este ano. E declarou; “ Isso significa que não competirei em tempo integral no Tour este ano. Sou grato à WSL pelo apoio. Não se trata de aposentadoria, apenas de continuar trilhando um caminho diferente por enquanto. Estamos animados para continuar filmando e compartilhar essa jornada na série que lançaremos em breve.”. E a WSL e os outros contenders que o aguardem, hora essa! Em 2027 ele promete voltar. Aguardaremos!
O paulista Samuel Pupo de família conhecida no surf brasileiro, voltou a vencer em Saquarema, Rio, onde já havia feito pódiun em 2023. Desta feita foi contra o hawaiiano Eli Hanneman, que vem realizando bom trabalho para voltar ao circuito do WT mundial. Samuel teve uma semana bastante produtiva em Itaúna, onde as ondas subiram e desceram, entre os dias. De ontem, sexta (dia 17) para o sábado, as ondas beiravam o meio metro com algumas séries maiores, dando chance para as baterias finais. Samuel passou as semi em confronto com o aussie Jordan Lawier. Fechou com 11.16X10.00 de Lawier. Henneman passou pelo aussie, Oscar Berry. Outro brasuca que foi bem no evento é David Silva, que surfou muito.
Segundo observadores ele, Samuca, usou de uma atuação sólida e estratégica, dominando a bateria do inicio ao fim.
“Eu não acredito que venci aqui de novo. Não fiz grandes notas, mas avancei, e a final foi igual. É inacreditável, estou muito feliz. Minha carreira se resume a resiliência, muitos anos de luta, terceira vez caindo no corte? Acho que só Deus e minha família pra seguir dando suporte. Sabia que precisava de um grande resultado, e ganhar aqui de novo é incrível. Mais um troféu pra casa” comentou Samuel Pupo. Na final, Samuel mostrou melhor leitura das ondas e precisão nas manobras. Suas notas de 5,17 e 5,00 foram suficientes para superar os 5,50 e 4,00 de Hanneman, que ainda tentou reagir nos minutos finais mas não foi feliz.
Na área das meninas algumas boas notícias ocorreram durante a semana. A francesa Tya Zebrowski e a portuguesa Yolanda Hopkins, se qualificaram para a temporada do WT 2026. Yolanda venceu a espanhola Annete Gonzales Etxabarri por 13.16X10.20 na final levando o titulo para Portugal.
Realmente excelente ano para o surf feminino europeu com: Tya, Francisca, Yolanda, Annete, estiveram em finais e qualificações para 2026.
Agora no ranking Hanneman lidera e Samuca aparece em segundo, outro brasuca, Matheus Herdy aparece em quarto lugar. Próximas etapas serão em Pipeline, Hawaii e finaliza na OZ em Newcastle no mês de março. Que Deus dirija e abençoe essa galera dos Challengers Séries.
Alguns brasileiros participaram do lançamento do evento Arica Pro Tour de 2025. Evento ocorre de 22 a 26 próximo em Arica, Chile onde as ondas são geladas e power. Esse evento é da WSL QS que reparte pontos e pela primeira vez vai contar com a categoria junior do Olasprotour, iniciando os trabalhos.
A casca grossa Arica vai abrigar os profissionais esta semana e você poderá conferir ao vivo, os heats através das plataformas da WSL.
Na terça-feira ocorreu o lançamento do evento com reunião de imprensa e atletas e também foi exibido uma sessão do El Diario de El Gringo, filme longa-metragem que está dando o que falar e foi premiado em vários festivais. No momento a Califórnia assiste a uma exibição em diversos locais por lá. Carpinteria, Redondo Beach e San Francisco já assistiram a película este mês. O conhecido head judge gaúcho, Marcel Miranda da WSL está in loco para coroar os trabalhos por lá. Vamos torcer para uma boa apresentação da brasileirada. Em 2022 o local Miguel Tudelach venceu ao braso Yan Gouveia em uma final renhida. Samuel Igo, que surfa muito também, chegou até as quartas de finais por lá. Samuel foi figura central num vídeo divulgado a poucas semanas no Brasil. Procure assistir! Bem, veremos como será nesta temporada a presença dos brasos no evento. Deus abençoe a todos e boas ondas geral.
Competição irritante e muito radical, devido mostrar o surf progressivo atual com convidados, rolou na piscina de ondas da URBNSurf em Sydney na semana. Vários avoantes e radicais do surf atual, se esmeram em mostrar velocidade, loucura, avoadas estratosféricas e outras manobras mais no pico local da OZ que tem tecnologia da Wavegarden. De brasileiros, uma gang torcendo e na arena dando sangue, melhor dando seu melhor e com destaque o volcano campeão mundial, Yago Dora convidado da Monster Energy. Tremenda altura de seus voos e radicalidade empurrou o menino entre os outros nomes, bateria após bateria. E ele se diverte e não quebrou nenhuma prancha epóxi, graças a sua apurada forma de surfar. O Stab High Sydney comandado e patrocinado pelo magazine Stab se notabiliza pelas performances dos aéreos, em altura, fluidez e criatividade do sujeito. Notas podiam chegar a 50 pontos por marola surfada na piscina. Ingressos esgotaram por lá para verem o show e na bancada de judges só matadores como; Nathan Fletcher, Craig Anderson, Parker Coffin, Ozzie Wright, entre outros. Entre os comentaristas estava Taj Burrow.
Além dessa competição envenenada dos aussie, existe outras que trouxe desafios aos contenders. Tudo foi finalizado na sexta e no sábado. Yago Dora, venceu a categoria Monster Air e faturou US$ 10 mil de prêmio. E os campeões foram, o aussie Joel Vaughn e a ianque Sierra Kerr, que faturaram US$ 20 mil cada com suas avoadas.
Texto by Castro Pereira Fotos BillMorris/RyanHeywood
E parece que as ondas de Ribeira D’Ilhas em Ericeira, este ano não compactuaram com a brasucada que rodou toda nesse Challenger português. O único braso vivo no último dia das finais foi o Lucas Vicente que terminou em quinto, derrotado pelo aussie George Pittar que foi vice na etapa. As meninas Sophia Medina e Laura Raupp, acabaram em nono lugar.
E depois de uma semana de sobe e desce de marolejo em Ericeira, a domingueira foi de finaleiras. O sábado pra você se ligar esteve com meio a menos de meio metro nas marolas. Surf de sorte e duas baterias somente rodaram. No findi da tal domingueira então a coisa se revelou, e muitos nomes novos se alternaram e se soltaram no hot dog surf.
O campeão entre os boludos foi Kauli Vaast, do Tahiti que venceu e parece convenceu. Na área das meninas a francesa de 14 anos, a nova sensação de power surf, Tya Zebrowski foi a campeã com a aussie India Robinson, de vice. Foi isso! E agora o tour do Challenger está todo em Saquarema, Rio, Brasillis, onde brasucada sofre pressão para vagas na elite. Vamos aguardar e que Deus abençoe a todos para boas performances e o clima ajude com boas ondas também.
Iniciou esta semana em Ericeira, Portugal mais uma etapa do Challenger Séries e com 16 brasucas dando sangue na arena dos patrícios. O Brasil já teve dois campeões em anos seguidos como Samuel Pupo em 024 e Deivid Silva em 023.
Muitos nomes novos estão entrando em ação no Challenger e é bom a brasucada ficar esperta.
Evento tem até o dia 05 de outubro para seu termino e as ondas de Ribeira D’Ilhas nunca negaram fogo. Oito brasileiros entraram no round 2 e no round um eram seis. Entre as meninas as duas nacionais estavam nas oitavas, Laura Raupp e Sophia Medina porem terminaram em nono lugar. Conforme os dias passaram e a merrecagem safada de Ericeira 0,5 mt atuou, deixaram somente Lucas Vicente na competição. Ele passou por Samuel e agora nas quartas encara o aussie, George Pìttar.
Logo após Portugal a galera se dirige para Saquarema, no Rio de 11 a 19 de outubro quando rola mais um. Na sequência vem o Hawaii. Boa sorte a todos e Deus abençoe nossos atletas através da fé de cada um.
Texto by Castro Pereira Fotos WSL/ManelGeada/Poullenot
Putzgrila! Não deu pra brasucada na bancada mais clássica da terra dos cangurus. As famosas waves apareceram em Bells beach durante a semana e as baterias finais foram derradeiras e com performances estratosféricas. Na ala feminina alguns resultados nos deixaram impactados. A brasileira, a japa, a californiana, a hawaiiana, parece um pôquer. É lançada a sorte e os blefes ocorrem. Cartas marcadas e names idem. Importante que ondas de até dois metros e longas, permitem jogos imprevisíveis de manobras. Bem nas quartas, nossa Chloé Calmon se encontrou com o name do moment, Soleil Errico. Juizes gostaram e aplicaram notas firmes e deu que Chloé que vinha bem, foi regular e finalizaram 15.83X10.67 para Errico. Calmon finalizou em quinto lugar. Na sequência a dama Soleil, meteu a hawaiiana fininha Kelis Kaleopaa, tremenda casca grossa mundial e seguiu em frente até afinal com a Japa, Hiroka Yoshikawa, novo nome nos line ups de competição longer. Hiroka, baixinha de estatura e invocada no seu surf vendeu, perdão; foi derrotada por Errico numa bateria nervosa. Foi isso! Voce assistiu, se não as baterias estão na rede da Net, para conferências e coments. Esse é o Bioglan Bells Beach Longboard Classic.
Na área dos boludos, o aussie Max Weston, ficou amarradão ao vencer a bagaça se encontrando com o ianque campeão Kevin Skarna e produzindo 15.00X13.57 nas notas. Ele achou surreal ganhar e ficou amarradão de ter a família e demais amigos on the beach assistindo o game. Próxima etapa dos longers é em Abu Dhabi na piscina em outubro e seja o que Deus quiser, lá os heats são por sorte do candidato mostrar alguma carta de manga. Firmeza!
Quem não conhece ou ouviu falar, ou avistou o logotipo icônico da famosa surf shop ianque, Ron Jon. Uma empresa surf que fomenta o esporte desde os anos 50, se assim se pode comentar sobre a atuação da casa.
Mas aqui vamos registrar a passagem do seu mentor, Ron DiMenna que ocorreu nesta reentre de september na primeira quinzena, aos 88 anos Ron deixa a sua querida Surf Shop e a vida no planeta. Surfer visionário, DiMenna fundou a Ron Jon em 1959, no litoral de Nova Jersey, com o pleno objetivo de levar o esporte e o estilo de vida ao público. A Ron Jon Surf Shop original foi inaugurada em Long Beach Island, Nova Jersey, em 1961, e expandiu-se pela Costa Leste até sua atual loja principal em Cocoa Beach, Flórida. A empresa da rede tem 13 lojas operando atualmente. E dentro de seu team surf tem a campeã Caroline Marks.
“Ron ficou conhecido por seu espírito livre e seu amor pela praia e pelo surfe que perdurou por toda a sua vida”, comentou Michele Goodwin, presidente da Ron Jon Surf Shop, em comunicado. “Ele viveu a vida em seus próprios termos e criou um império varejista que continua sendo um dos destinos de compras de praia mais bem-sucedidos do país.”
“Toda a família Ron Jon lamenta esta perda. E em nome do nosso conselho de administração, equipe de gestão e funcionários, expressamos nossas mais profundas condolências à esposa de Ron, Lynne DiMenna.” Segundo comunicado da empresa. “A visão e o legado de Ron permanecerão por gerações através da Ron Jon Surf Shop e da Surfing’s Evolution & Preservation Foundation.” Segundo Goodwin.
A Fundação apoia organizações que protegem as praias da Flórida da poluição e de outros problemas ecológicos. R.I.P. Ron.
Texto by Castro Pereira Fotos divulgação Fonte Shopeatsurf.com
A galera do big surf se reuniu em Newport beach, Califa no sábado passado (dia 13) onde alguns figuras casca grossa do surf mundial, foram laureados no Big Wave Challenge. O mestre de cerimonias foi o cara que mais torce pelo surf de ondas gigantes, Bill Sharp. E entre os premiados da temporada 24/25 quatro brasileiros marcaram presença e foram premiados por suas performances em mares fantásticos. Primeiro as damas, e a brasuca Michaela Fregonese puxou os limites em Jaws, Hawaii com a onda do ano e maior onda. Com as duas performances premiadas. Quem também aconteceu foi o carioca, Lucas Fink que com seu skimboard se apresentou em Jaws e chamou a atenção. Lucas Chumbo foi laureado como o melhor surfer de big waves do planeta, juntamente com a francesa, Justine Dupont. E na área das fotos o conhecido Fred Pompermayer que vive nos EUA foi laureado também. Quem venceu com a maior onda, foi o ianque Alo Sliber em Maverick com uma de 23 metros. E o aussie Tom Myers, em Queensclifs Bondies, que tem dois empregos para sustentar sua família, além de apetite para morrancas oceânicas. Além dessas feras outras foram premiadas e o evento foi um show a parte no Lido de Newport. Agora só falta um circuito de Big Waves para a categoria se solidificar e com alta premiação. Galera merece!
Texto by Castro Pereira Fotos divulgação@surfermagazine
O novo campeão mundial de surf, que é brasileiro chegou a sua casa real no dia 07 após diversas paradas e festejos e entrevistas e etc. Ele desembarcou em Florianópolis no dia 07 passado as 11 horas e foi ovacionado no aeroporto onde grande multidão o aguardava. Depois sentiu a energia da galera nas ruas, desfilando em carro aberto. Ele comentou que: “esse titulo tem peso especial por ser o primeiro vindo do sul do Brasil. Ele serve de motivação para as novas gerações de surfers. Nossas referencias são de São Paulo (Medina, De Souza e Toledo) e Nordeste, (Italo) mas há um caminho novo a seguir por aqui pelo sul também. Agora que a ficha vai caindo realmente” finalizou Yago Dora atleta da Volcam. Esse é o oitavo titulo mundial pelo Brasil. E que Deus nos abençoe com mais outros, para o crescimento do esporte no país.
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